NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO – VIGÍLIA

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Hoje sabereis que o Senhor vem e nos salva; amanhã vereis a sua glória. (Ex 16,6s)

 

ORAÇÃO

Ó Deus, que reacendeis em nós cada ano a jubilosa esperança da salvação, dai-nos contemplar com toda a confiança, quando vier como juiz, o Redentor que recebemos com alegria. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho na unidade do Espírito Santo. (Oração das Horas)

 

Leituras da liturgia eucarística:  Is 62,1-5; Sl 88; At 13,16-17.22-25; Mt 1,18-25 – breve

 

EVANGELHO: Mt 1,18-25 – breve

 

A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: ‘José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo.

Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados’.
Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta:
‘Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus está conosco.’ Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado, e aceitou sua esposa. E não teve relações com ela, até ao dia em que deu à luz um filho. E José deu ao menino o nome de Jesus.

 

REFLEXÃO

Essa genealogia deve ser explicada no sentido da 2ª leitura. Jesus é aquele que dá cumprimento às três grandes etapas da história da salvação e, como descendente de Abraão e de Davi, na linha jurídica de José, é o que dá cumprimento às promessas e é aquele que salva o povo dos seus pecados. Citando literalmente o texto de Is 7,14, o evangelista declara que Jesus está na linha das promessas feitas a Davi e é, portanto, filho de Davi segundo a carne (Rm 1,3), embora seu nascimento virginal exclua a cooperação do homem e é juridicamente filho de Davi só através de José, que fisicamente não é seu pai. José que é justo – não porque procura separar-se de Maria, mas porque, como exige o tempo, procura em todas as coisas o cumprimento da vontade de Deus – reconhece Jesus como seu filho e lhe transmite, dando-lhe o nome, todos os direitos de um descendente de Davi. O fato demonstra como é Deus que opera a salvação, mas também com esta não se concretiza na Terra sem a cooperação do homem. (Missal Dominical, Paulus, 1995, p. 84)

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