SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

“Eis os pensamentos do seu coração, que permanecem ao longo das gerações: libertar da morte todos os homens e conservar-lhes a vida em tempo de penúria.” (Sl 32,11.19)

 

ORAÇÃO DO DIA

Concedei, ó Deus, todo-poderoso, que, alegrando-nos pela solenidade do Coração do vosso Filho, meditemos as maravilhas de seu amor e possamos receber, desta fonte de vida, uma torrente de graças. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. (Oração das Horas)

Leituras da liturgia eucarística: Ez 34,11-16; Sl 22; Rm 5,5b-11; Lc 15,3-7

 

EVANGELHO: Lc 15,3-7

Naquele tempo, Jesus contou-lhes esta parábola: “Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto, e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la? Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria, e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos, e diz: ‘Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!’ Eu vos digo: Assim haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão”.

 

REFLEXÃO

“Deixar-nos amar pelo Senhor com ternura é difícil, mas é o que devemos pedir a Deus: este foi o convite feito pelo Papa Francisco na Missa desta manhã na Casa Santa Marta, na solenidade do Sagrado Coração de Jesus.
Na homilia, o Pontífice repetiu várias vezes que Jesus nos amou não tanto com as palavras, mas com as obras e com a sua vida. A solenidade de hoje, disse, é ‘a festa do amor’, de um ‘coração que muito amou’. Um amor que, como repetia Santo Inácio, ‘se manifesta mais nas obras do que nas palavras’ e que é sobretudo ‘mais dar do que receber’. ‘Esses dois critérios – evidencia o Papa – são como os pilares do verdadeiro amor’ de Deus. Ele conhece suas ovelhas uma a uma, porque não se trata de um amor abstrato, mas que se manifesta por cada um de nós:
‘Um Deus que se faz próximo por amor, caminha com seu povo e esse caminhar chega a um ponto inimaginável. E isto é proximidade: o pastor próximo do seu rebanho, de suas ovelhas’.
Citando um trecho do Livro do Profeta Ezequiel, o Papa evidencia outro aspecto do amor de Deus: o cuidado pela ovelha perdida e por aquela ferida e doente:
‘Ternura! O Senhor nos ama com ternura. O Senhor conhece aquela bela ciência dos carinhos, a ternura. Não nos ama com as palavras. Ele se aproxima e nos dá o amor com ternura. Proximidade e ternura! E este é um amor forte, porque nos faz ver a fortaleza do amor de Deus’.
Francisco explica ainda que este amor deve fazer-se próximo do outro, deve ser como o do bom samaritano’. Mas é possível retribuir todo este amor ao Senhor?
‘Isso pode parecer uma heresia, mas é a grande verdade! Mais difícil que amar a Deus é deixar-se amar por Ele! A maneira de retribuir tanto amor é abrir o coração e deixar-nos amar. Deixar que Ele se faça próximo a nós, deixar que ele nos acaricie. É tão difícil deixar-nos amar por Ele. Talvez isso é o que devemos pedir hoje na Missa: ‘Senhor, eu quero amá-Lo, mas me ensine a difícil ciência, o difícil hábito de deixar-nos amar, de senti-Lo próximo e tenro!’. Que o Senhor no dê esta graça!’ ” (Rádio Vaticana, 07 jun 2013)

Fonte: http://www.news.va/

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