17º DOMINGO TEMPO COMUM – ANO B

Deus habita em seu templo santo, reúne seus filhos em sua casa; é Ele que dá força e poder a seu povo (Sl 67,6s.36)

 

ORAÇÃO DO DIA

Ó Deus, sois o amparo dos que em vós esperam e, sem vosso auxílio, ninguém é forte, ninguém é santo; redobrai de amor para conosco, para que, conduzidos por vós, usemos de tal modo os bens que passam, que possamos abraçar os que não passam. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leituras da liturgia eucarística: 2Rs 4,42-44; Sl 144; Ef 4,1-6; Jo 6,1-15

 

EVANGELHO: Jo 6,1-15

 

Naquele tempo, Jesus foi para o outro lado do mar da Galileia, também chamado de Tiberíades.

Uma grande multidão o seguia, porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes. Jesus subiu ao monte e sentou-se aí, com os seus discípulos.

Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus.

Levantando os olhos e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?”

Disse isso para pô-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer.

Filipe respondeu: “Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”.

Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: “Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isto para tanta gente?”

Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens.

Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes.

Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!”

Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é verdadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo”.

Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte.

 

REFLEXÃO

“O Evangelho deste domingo (Jo 6, 1-15) apresenta o grande sinal da multiplicação dos pães, na narração do evangelista João. Jesus está na margem do lago da Galileia, circundado por «uma grande multidão», atraída pelos «sinais que realizava em favor dos doentes» (v. 2). Nele age o poder misericordioso de Deus, que cura todos os males do corpo e do espírito. Mas Jesus não é só alguém que cura, é também mestre: com efeito sobe ao monte e senta-se, na típica atitude do mestre quando ensina: sobe a esta «cátedra» natural criada pelo seu Pai celeste. A este ponto Jesus, que bem sabe o que está para fazer, põe os seus discípulos à prova. Que fazer para matar a fome a toda aquela gente? Filipe, um dos Doze, faz um cálculo rápido: organizando uma colecta, poder-se-ão no máximo recolher duzentos denários para comprar pão, que contudo não seria suficiente para matar a fome a cinco mil pessoas.

Os discípulos raciocinam em termos de «mercado», mas Jesus substitui a lógica do comprar com a outra lógica, a lógica do doar. E eis que André, outro Apóstolo, irmão de Simão Pedro, apresenta um jovem que põe à disposição tudo aquilo que possui: cinco pães e dois peixes; mas — diz André — que é isso para tanta gente (cf. v. 9). Jesus esperava precisamente isto. Ordena aos discípulos que façam sentar aquela multidão, depois tomou aqueles pães e peixes, deu graças ao Pai e distribuiu-os (cf. v. 11). Estes gestos antecipam os da Última Ceia, que conferem ao pão de Jesus o seu significado mais verdadeiro. O pão de Deus é o próprio Jesus. Tomando a Comunhão com Ele, recebemos a sua vida em nós e tornamo-nos filhos do Pai celeste e irmãos entre nós. Recebendo a comunhão encontramo-nos com Jesus realmente vivo e ressuscitado! Participar na Eucaristia significa entrar na lógica de Jesus, a lógica da gratuitidade, da partilha. E por mais pobres que sejamos, todos podemos oferecer alguma coisa. «Receber a Comunhão» significa também obter de Cristo a graça que nos torna capazes de partilhar com os outros aquilo que somos e o que possuímos.

A multidão fica admirada com o prodígio da multiplicação dos pães; mas o dom que Jesus oferece é a plenitude de vida para o homem faminto. Jesus sacia não só a fome material, mas aquela mais profunda, a fome do sentido da vida, a fome de Deus. Perante o sofrimento, a solidão, a pobreza e as dificuldades de tantas pessoas, o que podemos fazer? Lamentar-nos nada resolve, mas podemos oferecer aquele pouco que temos, como o jovem do Evangelho. Certamente temos algumas horas à disposição, algum talento, competência… Quem não tem os seus «cinco pães e dois peixes»? Todos os temos! Se estivermos dispostos a pô-los nas mãos do Senhor, serão suficientes para que no mundo haja um pouco mais de amor, paz, justiça e sobretudo alegria. Como é necessária a alegria no mundo! Deus é capaz de multiplicar os nossos pequenos gestos de solidariedade e tornar-nos participantes do seu dom.

Que a nossa oração ampare o compromisso comum para que nunca falte a ninguém o Pão do céu que dá vida eterna e o necessário para uma vida digna, e se afirme a lógica da partilha e do amor. A Virgem Maria nos acompanhe com a sua materna intercessão.” (Papa Francisco, Angelus, 26 de julho de 2015).

 

 

15º DOMINGO TEMPO COMUM – ANO B

Contemplarei, justificado, a vossa face; e serei saciado quando se manifestar a vossa glória (Sl 16,15)

ORAÇÃO DO DIA

Ó Deus, que mostrais a luz da verdade aos que erram para retomarem o bom caminho, dai a todos os que professam a fé rejeitar o que não convém ao cristão e abraçar tudo o que é digno desse nome. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. (LD, ano XXIV, nº 282)

Leituras da liturgia eucarística: Am 7,12-15; Sl 84; Ef 1,3-10; Mc 6,7-13

Primeira Leitura (Am 7,12-15)

Leitura da Profecia de Amós:

Naqueles dias, 12disse Amasias, sacerdote de Betel, a Amós: “Vidente, sai e procura refúgio em Judá, onde possas ganhar teu pão e exercer a profecia; 13mas em Betel não deverás insistir em profetizar, porque aí fica o santuário do rei e a corte do reino”.

14Respondeu Amós a Amasias, dizendo: “Não sou profeta nem sou filho de profeta; sou pastor de gado e cultivo sicômoros. 15O Senhor chamou-me, quando eu tangia o rebanho, e o Senhor me disse: ‘Vai profetizar para Israel, meu povo’”.

Responsório (Salmo 84)

— Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei!

— Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei!

— Quero ouvir o que o Senhor irá falar:/ é a paz que ele vai anunciar./ Está perto a salvação dos que o temem,/ e a glória habitará em nossa terra.

— A verdade e o amor se encontrarão,/ a justiça e a paz se abraçarão;/ da terra brotará a fidelidade,/ e a justiça olhará dos altos céus.

— O Senhor nos dará tudo o que é bom,/ e a nossa terra nos dará suas colheitas;/ a justiça andará na sua frente/ e a salvação há de seguir os passos seus.

Segunda Leitura (Ef 1,3-10)

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios:

3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele nos abençoou com toda a bênção do seu Espírito em virtude de nossa união com Cristo, no céu.

4Em Cristo, ele nos escolheu, antes da fundação do mundo, para que sejamos santos e irrepreensíveis sob o seu olhar, no amor.

5Ele nos predestinou para sermos seus filhos adotivos por intermédio de Jesus Cristo, conforme a decisão da sua vontade, 6para o louvor da sua glória e da graça com que nos cumulou no seu Bem-amado.

7Pelo seu sangue, nós somos libertados. Nele, as nossas faltas são perdoadas, segundo a riqueza da sua graça, 8que Deus derramou profusamente sobre nós, abrindo-nos a toda a sabedoria e prudência.

9Ele nos fez conhecer o mistério da sua vontade, o desígnio benevolente que de antemão determinou em si mesmo, 10para levar à plenitude o tempo estabelecido e recapitular, em Cristo, o universo inteiro: tudo o que está nos céus e tudo o que está sobre a terra.

Anúncio do Evangelho (Mc 6,7-13)

Naquele tempo, 7Jesus chamou os doze, e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros.

8Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura. 9Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas.

10E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. 11Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!”

12Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. 13Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.

REFLEXÃO

“Amados irmãos e irmãs!

No calendário litúrgico, a 15 de Julho celebra-se a memória de são Boaventura de Bagnoregio, franciscano, Doutor da Igreja, sucessor de são Francisco de Assis na guia da Ordem dos Frades Menores. Ele escreveu a primeira biografia oficial do Pobrezinho, e no final da vida foi também Bispo desta Diocese de Albano. Numa das suas cartas, Boaventura escreve: «Confesso diante de Deus que a razão que me fez amar mais a vida de Francisco é que ela se assemelha com o início e o crescimento da Igreja» (Epistula de tribus quaestionibus, em Opere di San Bonaventura, Introduzione generale, Roma 1990, p. 29). Estas palavras remetem directamente para o Evangelho deste domingo, que apresenta o primeiro envio em missão dos Doze Apóstolos por parte de Jesus. «Jesus chamou os Doze — narra são Marcos — e começou a enviá-los dois a dois… Ordenou-lhes que não levassem para o caminho a não ser um cajado: nem pão, nem alforge, nem dinheiro no cinto; que fossem calçados com sandálias e não levassem duas túnicas» (Mc 6, 7-9). Francisco de Assis, depois da sua conversão, praticou à letra este evangelho, tornando-se uma testemunha fidelíssima de Jesus; e associado de modo singular ao mistério da Cruz, foi transformado num «outro Cristo», como precisamente são Boaventura o apresenta.

Toda a vida de são Boaventura, assim como a sua teologia têm como centro inspirador Jesus Cristo. Encontramos esta centralidade de Cristo na segunda Leitura da Missa de hoje (Ef 1, 3-14), o célebre hino da Carta de são Paulo aos Efésios, que inicia assim: «Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, do alto dos Céus, nos abençoou com toda a espécie as bênçãos espirituais em Cristo». Por conseguinte, o Apóstolo mostra como se realiza este desígnio de bênção, em quatro trechos que começam todos com a mesma expressão «n’Ele», referida a Jesus Cristo. «N’Ele» temos a redenção mediante o seu sangue; «n’Ele» tornámo-nos herdeiros, predestinados a ser «louvor da sua glória»; «n’Ele» quantos crêem no Evangelho recebem o selo do Espírito Santo. Este hino paulino contém a visão da história que são Boaventura contribuiu para difundir na Igreja: toda a história tem como centro Cristo, o qual garante também a novidade e a renovação em todos os tempos. Em Jesus Deus disse e ofereceu tudo, mas dado que Ele é um tesouro inexaurível, o Espírito Santo nunca termina de revelar e de actualizar o seu mistério. Por isso, a obra de Cristo e da Igreja nunca regride, mas progride sempre.

Queridos amigos, invoquemos Maria Santíssima, que amanhã celebraremos como Virgem do Monte Carmelo, para que nos ajude a todos, como são Francisco e são Boaventura, a responder generosamente à chamada do Senhor, para anunciar o seu Evangelho de salvação com as palavras e antes de tudo com a vida.” (Papa Bento XVI, Angelus, 15 de julho de 2012)

NOVENA A NOSSA SENHORA DO CARMO

A Sagrada Escritura exalta a beleza do Carmelo quando o profeta Elias defende a pureza da fé de Israel no Deus vivo. Aí, junto à fonte que tomou o nome do profeta, estabeleceram-se, pelos fins do século XII, alguns eremitas que construíram um oratório em honra a Mãe de Deus, escolhendo-a como padroeira e titular: Nossa Senhora do Carmo.

A comemoração solene, celebrada em diversos lugares, já no século XIV, propagou-se, pouco a pouco, por toda a Ordem como sinal de gratidão dos “irmãos” pelos inumeráveis benefícios concedidos pela Santíssima Mãe de Deus a “sua família”.

Não se pode compreender o Carmelo sem a presença viva de Maria. Ela é Mãe e Irmã, que caminha conosco nas estradas do mundo. É a Peregrina e a Virgem da esperança, que não permite o desânimo em nós. Modelo da nossa vida contemplativa, ela nos ensina a acolher, meditar e conservar a Palavra de Deus no coração.

Antífona para todos os dias:

Flor do Carmelo, vinha florida, esplendor do céu,
Oh! Mãe, Virgem singular,
Doce Mãe sempre Virgem,
Aos Carmelitas dai privilégio, Estrela do Mar.

Oração final para todos os dias:
Bendita e Imaculada Virgem Maria, beleza e glória do Carmelo, vós que tratais com bondade inteiramente especial aqueles que se vestem do vosso amadíssimo hábito, volvei sobre mim também um olhar propício e cobri-me com o manto da vossa maternal proteção.

Pelo vosso poder, fortificai a minha fraqueza; pela vossa sabedoria, esclarecei as trevas do meu espírito, aumentai em mim a fé, a esperança e a caridade.

Ornai a minha alma com as virtudes que me faça agradável ao vosso Divino Filho e a vós.

Assisti-me, durante a vida, consolai-me na morte pela vossa amável presença à Santíssima Trindade, como vosso Filho dedicado para vos louvar e bendizer eternamente no paraíso. Amém.

Primeiro dia

Antífona:

Oh! Maria, Virgem Mãe Imaculada, Rainha do Carmelo, que fostes contemplada pelo profeta Elias na nuvenzinha que subia do mar; depois, transformada em chuva copiosa, derramai sobre toda a humanidade as graças de vosso Coração Imaculado e convertei aos pobres pecadores.

Ave-Maria

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Oração final

Segundo dia

Antífona:

Rainha e Mãe do Carmelo, Virgem Mãe Imaculada, que durante séculos fostes honrada em vossa maternidade divina no Monte Carmelo pelo profeta Elias e seus sucessores – os Filhos dos profetas –, fazei reinar em nossas famílias essa mesma entranhada devoção, que torne cada vez mais presente em nossos lares o vosso Divino Filho Jesus, que nos guarde para a vida eterna.

Ave-Maria

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Oração final

Terceiro dia

Antífona:

Oh, Maria Imaculada, Virgem Santíssima do Carmo, que visitastes vossos filhos Carmelitas no Monte Carmelo, consolando-os, dando-lhes graças abundantes, visitai também as nossas almas, ajudando-nos a fugir do pecado e a praticar com amor as obras de misericórdia.

Ave-Maria

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Oração final

Quarto dia

Antífona:

Maria, Virgem imaculada, Rainha do Carmelo, lembrai-vos que vossos filhos carmelitas do Monte Carmelo após o Pentecostes abraçaram o Evangelho e o anunciaram por toda parte, ensinando também todos a vos conhecerem e amarem; e no Monte Carmelo, consagraram o primeiro templo do mundo em vossa honra. Dai-nos muitos missionários, que por toda  parte vos façam conhecer para a dilatação do Reino de Jesus.

Ave-Maria

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Oração final:

Quinto dia

Antífona:

Maria, Rainha e Mãe dos Carmelitas, que lhes destes como penhor da salvação o Santo Escapulário, nós vos agradecemos e vos suplicamos a graça de viver na fidelidade à Lei de Deus, para que, em nossa morte, possamos contar com a vossa presença e ir ao céu contemplar-vos eternamente.

Ave-Maria

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Oração final

Sexto dia

Antífona:

Maria, Virgem Mãe Imaculada, Rainha do Carmelo, que tendes concedido as mais extraordinárias graças por meio de vosso Santo Escapulário, ajudai-me a trazê-lo dignamente, conservando a pureza de coração e de costumes, repelindo tudo o que possa magoar o vosso olhar puríssimo.

Ave-Maria

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Oração final

Sétimo dia

Antífona

Rainha e Mãe do Carmelo, que fizestes grandes milagres por meio do Santo Escapulário, cobri o mundo com o esplendor de Vosso Imaculado Coração, para que seja enfraquecido o reino do mal e do pecado, e todos os povos se aproximem de Vós para imitar vossa pureza e caridade.

Ave-Maria

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Oração final

Oitavo dia

Antífona: 

Maria, Virgem Mãe Imaculada, Rainha do Carmelo, que sempre concedestes as maiores graças aos Carmelitas, enviai-nos muitas vocações sacerdotais, religiosas e para o Carmelo Secular, para que o vosso nome seja sempre mais glorificado, para a glória de vosso Filho Jesus Cristo.

Ave-Maria

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Oração final

Nono dia

Antífona:

Maria, Rainha e Mãe do Carmelo, que velais pela Santa Igreja com maternal amor, abençoai o Santo Padre, o nosso bispo, os sacerdotes, os religiosos e todo o povo cristão. Abençoai a cada um de nós que desejamos vossa proteção agora e na hora de nossa morte.

Ave-Maria

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Oração final

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/