ORAÇÕES A SANTO ANTÔNIO

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I

Responsório de Santo Antônio

Se milagres desejais,
Recorrei a Santo Antônio
Vereis fugir o demônio
E as tentações infernais.
Recupera-se o perdido
Rompe-se a dura prisão
E no auge do furacão
Cede o mar embravecido.
Pela sua intercessão
Foge a peste, o erro a morte
O fraco torna-se forte
E torna-se o enfermo são.
Todos os males humanos
Se moderam e retiram
Digam-no aqueles que o viram
E digam-nos os paduanos.
Rogai por nós Santo Antônio, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

 

II

Deus eterno e todo-poderoso, que destes Santo Antônio ao vosso povo como insigne pregador e intercessor em todas as necessidades, fazei-nos, por seu auxílio, seguir os ensinamentos da vida cristã, e sentir a vossa ajuda em todas as provações. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. (Oração das Horas)

 

III

Meu querido Santo Antônio, o vosso ardente amor a Deus, as vossas sublimes virtudes e grande caridade para o próximo, vos mereceram durante a vida o poder de fazer milagres espantosos. Nada vos era impossível senão deixar de sentir compaixão pelos que necessitavam da vossa eficaz intercessão. A vós recorremos e vos imploramos que nos obtenhais a  graça especial que nesse momento pedimos. Ó bondoso e santo taumaturgo, cujo coração estava sempre cheio de simpatia pelos homens, segredai as nossas preces ao Menino Jesus, que tanto gostava de repousar nos vossos braços. Uma palavra vossa nos obterá  as mercês que pedimos.

 

IV

Lembrai-vos, glorioso Santo Antônio, amigo do Menino Jesus, filho querido de Maria, de que nunca se ouviu dizer que alguns daqueles que têm recorrido a vós e implorado a vossa proteção tenham sido por vós abandonados. Animado de igual confiança, venho a vós, fiel consolador dos aflitos. E eu pecador, me arrependo dos meus pecados, com o propósito de recomeçar, todos os dias, uma vida nova, mais dedicada a Deus e aos irmãos. Não rejeiteis, pois, a minha súplica, vós que sois tão poderoso junto ao Coração de Jesus, mas escutai-a favoravelmente e dignai-vos atendê-la. Santo Antônio, rogai a Deus por mim e por todos nós. Amém!

 

V

Ó Santo Antônio, lírio dentre os santos, vosso amor a Deus e caridade por vossos irmãos fizeram-vos digno, quando na terra, de possuir poderes milagrosos.

Incentivado por este pensamento, eu vos imploro que obtenhais para mim a graça de que tanto necessito … (pede-se a graça). Ó gentil e amoroso Santo Antônio, cujo coração estava sempre cheio de simpatia humana, fazei meu pedido aos ouvidos do doce Menino Jesus a quem carregastes com amor em vossos braços. Amém!

 

VI

Saúdo-vos Santo Antônio e me regozijo nos favores que nosso Senhor livremente vos tem outorgado. Recordo-vos em especial vosso momento de alegria quando o Divino Menino Jesus aceitou abraçar-vos com ternura. Ó que grande felicidade e alegria encheu o vosso coração nessa ocasião! Por esta especial prerrogativa e pela alegria de vossa beatífica visão, ao vê-lo frente a frente, rogo-vos que me ajudeis em minhas aflições, problemas e ansiedades, particularmente referente a ….. ( fazer aqui o pedido). Uma palavra, um olhar de vosso coração ao Menino Jesus coroaria de êxito este meu pedido e me encheria de alegria e de gratidão. Amém.

 

VII

Santo Antônio a quem o menino Jesus amou e honrou, concedei o que vos peço (fazer o pedido).

Santo Antônio, poderoso em palavras e ações, concedei o que vos peço (fazer o pedido).

Santo Antônio, sempre disposto a ajudar aos que vos invocam, concedei meu pedido (fazer o pedido).

Rogai por nós Santo Antônio, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém!

 

VIII

Ó admirável Santo Antônio, glorioso pelos grandes milagres realizados, que merecestes ter nos braços ao Menino Jesus, obtende-me de vossa bondade a graça que ardentemente desejo. Vós que fostes tão misericordioso com os pecadores, não olheis meus pecados, mas sim a glória de Deus, que será uma vez mais exaltada por vós e a salvação de minha alma, unida à súplica que agora solicito com tanto fervor: (pedir a graça que deseja). Seja para vós como uma prenda de minha gratidão a promessa de uma vida mais voltada para os ensinamentos do Evangelho e de ajuda ao alívio dos pobres de vós tão amados. Abençoai minha promessa e alcançai-me a perseverança na fé em Deus até a morte. Assim seja.

 

IX

Glorioso Santo Antônio que tivestes a sublime dita de abraçar e afagar o Menino Jesus, alcançai-me a graça que vos peço e vos imploro do fundo do meu coração (pede-se a graça). Vós que tendes sido tão bondoso para com os pecadores, não olheis para os poucos méritos de quem vos implora, mas antes fazei valer o vosso grande prestígio junto a Deus para atender o meu insistente pedido (fazer o pedido). Amém. Santo Antônio, rogai por nós.

 

X

Meu grande amigo Santo Antônio, vós que sois o protetor dos namorados, olhai para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defendei-me dos perigos, afastai de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos.  Fazei que eu seja realista, confiante, digno(a) e alegre. Que eu encontre um(a) namorado(a) virtuoso e responsável. Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com as disposições de quem recebeu de Deus a sagrada vocação para o casamento e a vida familiar. Que todos os namorados  busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé. Assim seja.

 

XI

Invocação Lembrai-vos, glorioso Santo António, amigo do Menino Deus e servo fiel de Maria Santíssima, que nunca se ouviu dizer que alguém que a vós tivesse recorrido ou implorado vossa proteção, ficasse desatendido. É isto que me enche de confiança e me anima a recorrer à vossa proteção. Com humildade me dirijo a Vós para expor minhas necessidades. Atendei a minha oração, vós que tanto podeis junto ao Coração do Cristo, e obtende-me a graça que confiadamente vos peço . . . Assim seja!

 

XII

Para pedir emprego

Santo António, em vossa vida procurastes trabalhar sempre pela glória de Deus e pelo bem dos irmãos e irmãs. Olhai com bondade para minha necessidade. Preciso de trabalho, de emprego, para cumprir o mandamento do Senhor e para o meu próprio sustento e de meus familiares. Vós, que tanto servistes ao Senhor, fazei com que eu encontre um trabalho digno, remunerado, honrado, para que possa sentir a alegria de estar servindo a Deus e estar cumprindo meu compromisso para com aqueles e aquelas que me foram confiados. Ajudai-me, pois, neste momento importante, vós que conhecestes o valor do trabalho, o sacrifício da fome, a alegria de um lar de paz. Assim seja.

 

XIII

Para que nunca falte o pão 

Santo António, amigo dos pobres, que inspirais vossos devotos a vos honrar oferecendo pão aos necessitados, eu vos peço a graça de que nunca falte o pão à nossa mesa, ganho com trabalho digno e justo. Eu vos prometo, de minha parte, olhar sempre com carinho pelos mais necessitados, oferecendo um pouco do pão que tenho à minha mesa. Sobretudo, ajudai-nos a buscar sempre o Pão vivo que desceu do céu, que é o próprio Jesus Cristo na Eucaristia, verdadeiro alimento para a vida eterna. Vós, que tantas vezes o tivestes em vossas mãos e aos outros o distribuístes com piedade, fazei que também nós nos aproximemos com amor deste Pão da vida. Amém.

 

XIV

Pela Família  Santo António, vós que em vida sempre guardastes e defendestes a família, ajudando-a a crescer para melhor cumprimento de sua missão educadora, olhai pela Família de hoje, exposta a tantos problemas materiais, morais e espirituais. Olhai carinhosamente pela minha Família, para que nos compreendamos bem, nos amemos com sinceridade, e cultivemos a presença de Deus e sua lei de amor. Que nossos filhos possam tornar-se pessoas dignas e construtoras da sociedade de hoje, carente de líderes cristãos, que saibam conduzir a vida temporal à luz dos princípios evangélicos. Santo António, uma bênção para todas as famílias e uma especial para a minha também. Amém.

 

XV

Oração dos Namorados  Santo António, que sois invocado como protetor dos namorados, olhai para nós nesta fase importante de nossas vidas. Que este tempo seja bonito, sem futilidades e sonhos sem consistência, mas que o aproveitemos para maior e melhor conhecimento nosso. Assim, juntos, preparemos providencialmente o nosso futuro, onde nos aguarde uma família que, com a vossa proteção, queremos cheia de amor, de felicidade e de bênçãos de Deus. Santo António, abençoai este nosso namoro, para que transcorra no amor, no respeito, na sinceridade, na compreensão mútua e na aprovação de Deus. Amém.

(Obs.: As orações de XI a XV foram adaptadas à composição de Fr. Hugo Baggio, OFM)

19 DE MARÇO: SOLENIDADE DE SÃO JOSÉ

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“Eis o servo Fiel e prudente, a quem Deus confiou a sua casa.” (Lc 12,42)

ORAÇÃO DO DIA

Deus todo-poderoso, pelas preces de São José, a quem confiastes as primícias da Igreja, concedei que ela possa levar à plenitude os mistérios da salvação. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. (Oração das Horas)

 

Leituras da liturgia eucarística: 2Sm 7,4-5a.12-14a.16; Sl 88; Rm 4,13.16-18.22; Mt 1,16.18-21.24a

 

EVANGELHO: Mt 1,16.18-21.24a

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Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.

REFLEXÃO

(…)

“Ouvimos ler, no Evangelho, que ‘José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa’ (Mt 1, 24). Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja, como sublinhou o (então) Beato João Paulo II: ‘São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo’ (Exort. ap. Redemptoris Custos, 1).

Como realiza José esta guarda? Com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender. Desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento. Permanece ao lado de Maria, sua esposa, tanto nos momentos serenos como nos momentos difíceis da vida, na ida a Belém para o recenseamento e nas horas ansiosas e felizes do parto; no momento dramático da fuga para o Egito e na busca preocupada do filho no templo; e depois na vida quotidiana da casa de Nazaré, na carpintaria onde ensinou o ofício a Jesus.

Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeto d’Ele que ao seu. E isto mesmo é o que Deus pede a David, como ouvimos na primeira Leitura: Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é «guardião», porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação!

Entretanto a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Gênesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus!

E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem ‘Herodes’ que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.

Queria pedir, por favor, a quantos ocupam cargos de responsabilidade em âmbito econômico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos ‘guardiões’ da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para ‘guardar’, devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura.

A propósito, deixai-me acrescentar mais uma observação: cuidar, guardar requer bondade, requer ser praticado com ternura. Nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura!

Hoje, juntamente com a festa de São José, celebramos o início do ministério do novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. É certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas. Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afecto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão (cf. Mt 25, 31-46). Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger.

Na segunda Leitura, São Paulo fala de Abraão, que acreditou ‘com uma esperança, para além do que se podia esperar’ (Rm 4, 18). Com uma esperança, para além do que se podia esperar! Também hoje, perante tantos pedaços de céu cinzento, há necessidade de ver a luz da esperança e de darmos nós mesmos esperança. Guardar a criação, cada homem e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança, é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança! E, para o crente, para nós cristãos, como Abraão, como São José, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus.

Guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos: eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu!

Peço a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e, a todos vós, digo: rezai por mim! Amém. (Papa Francisco, Homilia, 19 de março de 2013)

ORAÇÕES A SÃO JOSÉ

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I

A vós São José, recorremos na nossa tribulação, e depois de ter implorado o auxílio da vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança, solicitamos o vosso patrocínio. Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu à Virgem Imaculada Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes para com o Menino Jesus, ardentemente vos suplicamos que lanceis um olhar benigno à herança que Jesus Cristo conquistou com o seu Sangue, e nos assistais, nas nossas necessidades, com o vosso auxílio e poder.

Protegei, oh! guarda providente da Divina Família, a raça escolhida de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, oh! Pai amantíssimo, a peste do erro e do vício; assisti-nos do alto do céu, oh! nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas; E, assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada, do Menino Jesus assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus contra as ciladas dos seus inimigos e contra toda a adversidade.

Amparai a cada um de nós, com vosso constante patrocínio, a fim de que a vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, piedosamente morrer, e obter no Céu a eterna bem-aventurança. Amém.

 

II 

Oh! glorioso São José, a quem foi dado o poder de tomar possíveis as coisas humanamente impossíveis, vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos. Tomai sob a vossa proteção a causa que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.

Oh! Pai muito amado, em vós depositamos toda nossa confiança. Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis junto a Jesus e Maria, mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder.

São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família que jamais houve, sede o pai e protetor da nossa e impetrai-nos a graça de vivermos e morrermos no amor de Jesus e Maria.

São José do Perpétuo Socorro rogai por nós que recorremos a vós.

 

III

(Bendito sejas São José)

Bendito sejas São José, que fostes testemunha da Glória de Deus na terra.

Bendito seja o Pai eterno que vos escolheu.

Bendito seja o Filho que vos amou e o Espírito Santo que vos santificou.

Bendita seja Maria que muito vos amou!

 

IV

São José, meu amável protetor, que morrestes nos braços de Jesus e Maria, socorrei-me em todas as necessidades e perigos da vida, mas principalmente na hora suprema vindo suavizar minhas dores, enxugar minhas lágrimas, fechar suavemente meus olhos, enquanto pronunciar os dulcíssimos nomes: Jesus, Maria, José, salvai a minha alma. Amém.

 

V

(Ave, ó São José)
Ave, ó São José, homem justo, esposo virginal de Maria, e pai davídico do Messias; bendito és tu entre os homens, e bendito é o filho de Deus que a ti foi confiado: Jesus.
São José, Padroeiro da Igreja universal, guarda as nossas famílias na paz e na graça divina, e socorre-nos na hora da nossa morte. Amem.

 

VI

José,dado como pai ao Filho de Deus, tu és bendito entre todos os homens  e bendito é Jesus,  o fruto da tua virginal esposa.  Tu que foste o guarda fiel  do nosso Salvador e da Virgem Maria,  Sua Mãe Santíssima,  roga por nós  nos nossos problemas de saúde,  de família e de trabalho  até aos nossos últimos dias.  Obtém-nos do Senhor  a graça de um espírito reto,  de um coração puro e casto  para amar cada vez mais Jesus,  Maria e os nossos irmãos  e dá-nos o teu socorro  e proteção na hora da nossa morte. Amém.

 

VII

(Pela família)

Ó glorioso São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família da Terra, sede, nós vos pedimos, pai e protetor da nossa família aqui na Terra. Impetrai-nos a graça de vivermos e morrermos no amor de Jesus e Maria. Ó glorioso São José, em vós depositamos a nossa confiança e somos gratos por tudo o que vem de vossa intercessão. Rogai a Deus por nós. Amém!

 

VIII

(Pela Santa Igreja)
A vós, São José, recorremos em nossa tribulação, e cheios de confiança, solicitamos o vosso patrocínio. Pelo laço sagrado de caridade que vos uniu à Virgem Imaculada, Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente vos suplicamos que lanceis um olhar benigno sobre nós, que somos a herança que Jesus Cristo conquistou com seu sangue, e nos socorrais nas nossas necessidades, com o vosso auxílio e poder.
Protegei, ó guarda providente da divina família, o povo eleito de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó pai amantíssimo, a peste do erro e do vício. Assisti-nos, do alto do Céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas, e assim como outrora salvastes a vida ameaçada do Menino Jesus, defendei agora a santa Igreja de Deus das ciladas dos seus inimigos e de toda a adversidade. Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, a fim de que, sustentados com o vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, piedosamente morrer e obter no Céu a eterna bem-aventurança. Amém.